Vovó Rosaria e Cia.

Sou a vovó mais querida do mundo! Eu e minha turma temos sempre a palavra certa. A experiência de vida me deu a oportunidade de cada dia mais saber o que dizer e o que fazer. Luto pela paz, pelo respeito, pela dignidade e igualdade. Sonho com um mundo melhor, com honestidade, educação e moral. Sou contra o preconceito e não faço juízo antecipado das pessoas. Mas faço tudo isso sem perder o bom humor. Então sempre adoro brincar e provocar meus netinhos e netinhas, lindooos!

27 novembro 2006

Beba Coca-Cola !!!

By Demetria

Hoje resolvi falar sobre algo que realmente me incomoda muito. Homens desse meu Brasil, prestem atenção!!! Aqui vai uma dica infalível a vocês. E o melhor, de graça!!!Sinceramente...Um aparte: acho que a Demi, um dia desses, vai acabar montando um consultório sentimental masculino na net, que acham? Tem muito homem que paga anos de análise para perceber coisas que podem ser resolvidas em minutos por aqui. Demi tem sensibilidade com os homens, entende os desejos femininos, não mente muito e confessa coisas inconfessáveis sobre o (aspas) universo feminino (aspas). Well, voltando ao assunto... Uma das coisas mais irritantes do mundo, rapazes, é a água mineral sem gás.Aquela inequívoca aparência neutra e imparcial da garrafinha de água, na ocasião errada, é capaz de fulminar, em segundos, casamentos, namoros ou casos. Quer coisa mais irritante que homem que pede "água mineral sem gás"?Água mineral sem gás tem em qualquer canto do mundo. É a coisa mais carne de vaca do universo. Qualquer boteco vagabundo tem uma torneira, um filtro ou um copinho de água Poá. Se você não pode beber, ao menos complique. Peça um daqueles “trequinhos” de suco de tomate que vem até com pimenta, ou uma coca cola sofisticada: light lemon com gelo e limão no copo alto. Nunca, jamais em qualquer tempo, peça uma água sem gás na frente da mulher amada. Pelamorrrrrrrrr...A questão não é a água em si, mas a situação. Imagine que você sai com seu marido, namorado, amante, lagartão, sei lá. Sentam-se os dois num restaurante, você toda arrumada, ma-ra-vi-lho-sa!!!.- Vão beber o quê? – pergunta o garçom.- Querida, escolheu?- Hummm... Um cálice de vinho – você decide, pronta para se embriagar com ele.- E o senhor?Ele hesita. Pensa em beber, mas lembra-se da maratona que vai correr no sábado. O personal aconselhou a evitar o álcool.- Uma água. Sem gás, por favor.Você Brochou? Porque eu certamente brochei. Para mim, acabou a noite!Dá licença, ô lagartão!Um homem que pede, na tua frente, uma água mineral sem gás é o fim. Isso acaba com qualquer mulher. É como se você fosse a mulher mais comum e ordinária desse mundo. Pior que isso só se a água for sem gás e... sem gelo.Aí, danou-se.Água “sem gás” e “sem gelo” é dez vezes pior.Quer dizer que nem às bolinhas de gás você tem direito, que nem o barulhinho dos cubos te homenageiam. Um homem que faz isso deveria ser impedido de ter qualquer mulher.- Garçon, para o meu lagartão traga uma água sem gás, sem gelo, sem gim e sem graça ne-nhu-ma. E para mim um copo de vinho com veneno, por favor. Prefiro a morte a brindar com ele.Olha, a bebida que o seu homem pede deve ser compartilhada com você. Teu homem deve beber em tua homenagem. É como se ele brindasse tua existência, tua presença. Isso é tão importante, tão essencial. É quase inexplicável. Que mulher que não quer ser cortejada, embriagada, entorpecida, narcotizada, embebedada por amor? O fato de a bebida relaxar os ânimos e os músculos é apenas um disfarce para a real embriaguez de estar com alguém que a gente ama. É a cena. A fantasia. O sonho. O filme. A cafonice necessária. A pieguice inevitável.Ô coisa boa beber um pouco apenas para dar a desculpa da bebida. Isso é essencial, estimulante e básico. Pedir uma água sem gás ao lado da mulher amada é a prova maior de desprezo do mundo. É a gota d´água.Saibam garotas: esse não é um homem, é um monstro; isso não é encontro, é pesadelo; e esse não é um namoro, um casamento ou um caso. Era, rapazes. Eeera... Fui clara?

24 novembro 2006

MORTE BIZARRA

É um caso muito louco de morte sincronizada. E a conclusão é muito interessante. Tem cada coisa nesse mundo, né?
No jantar de premiação anual de ciências forenses, em 1994, o Presidente Dr. Don Harper Mills impressionou o público com as complicações legais de uma morte bizarra. Aqui está a história:
Em 23 de março de 1994, o médico legista examinou o corpo de Ronald Opus e concluiu que a causa da morte fora um tiro de espingarada na cabeça. O Sr. Opus pulara do alto de um prédio de 10 andares, pretendendo se suicidar. Ele deixou uma nota de suicídio confirmando sua intenção. Mas quando estava caindo, passando pelo nono andar, Opus foi atingido por um tiro de espingarada na cabeça, que o matou instantaneamente. O que Opus não sabia era que uma rede de segurança havia sido instalada um pouco abaixo, na altura do oitavo andar, a fim de proteger alguns trabalhadores, portanto Ronald Opus não teria sido capaz de consumar seu suicídio como pretendia.
"Normalmente," continuou o Dr. Mills, "quando uma pessoa inicia um ato de suicídio e consegue se matar, sua morte é considerada suicídio, mesmo que o mecanismo final da morte não tenha sido o desejado". Mas o fato de Opus ter sido morto em plena queda, no meio de um suicídio que não teria dado certo por causa da rede de segurança, tranformou o caso em homicídio.
O quarto do nono andar, de onde partiu o tiro assassino, era ocupado por um casal de velhos. Eles estavam discutindo em altos gritos, e o marido ameaçava a esposa com uma espingarda. O homem estava tão furioso que, ao apertar o gatilho, o tiro errou completamente sua esposa, atravessando a janela e atingindo o corpo que caía. Quando alguém tenta matar a vítima A mas acidentalmente mata a vítima B, esse alguém é culpado pelo homicídio de B.
Quando acusado de assassinato, tanto o marido quanto a esposa foram enfáticos, ao afirmar que a espingarda deveria estar descarregada. O velho disse que ele tinha o hábito de costumeiramente ameaçar sua esposa com a espingarada descarregada durante suas discussões. Ele jamais tivera a intenção de matá-la. Portanto, o assassinato do sr. Opus parecia ter sido um acidente; quer dizer, ambos achavam que a arma estava descarregada, portanto a culpa seria de quem carregara a arma. A investigação descobriu uma testemunha que vira o filho do casal carregar a espingarda um mês antes. Foi descoberto que a senhora havia cortado a mesada do filho e ele, sabendo das brigas constantes de seus pais, carregara a espingarda na esperança que seu pai matasse sua mãe. O caso passa a ser portanto do assassinato do sr. Opus pelo filho do casal.
Agora vem a reviravolta surpreendente. As investigações descobriram que o filho do casal era, na verdade, Ronald Opus. Ele encontrava-se frustrado por não ter até então conseguido matar sua mãe. Por isso, em 23 de março, ele se atirou do décimo andar do prédio onde morava, vindo a ser morto por um tiro de espingarada quando passava pela janela do nono andar. Ronald Opus havia efetivamente assassinado a si mesmo, por isso a polícia encerrou o caso como suicídio.
Coincidência ou Sincronicidade ???

A Saga das Lingeries – “the sequel”...

By Demetria

Vou continuar no tema armários, roupas, etc, abordado no último texto que publiquei. Porém vou deslocá-lo para o âmbito da arrumação, organização, arquitetura e a vida.
É que eu noto que essa mania de arrumação, se não é das mulheres, incomoda muito mais a elas que aos homens. Não que isso seja uma regra, aliás, já conheci homens com manias absurdas de limpeza e arrumação. Um dia comentei esse fato com uma amiga, que me contou que o ex-marido, maníaco por arrumação, dobrava cuidadosamente toda roupa suja para colocar no cesto. Depois dessa revelação, nunca perguntei o motivo da separação.
É óbvio, né?
Cresci numa casa organizadinha, minha mãe sempre nos ensinou a colocar as coisas em ordem, e, se eu fui, durante um tempo, meio bagunceira, era apenas um “tipo” que eu fazia: numa certa época era o máximo você ser hippie, rasgada e ter um quarto muito zoneado.
Mas o que conta é a formação. Se eu estou em qualquer lugar e vejo um papel no chão, levanto e pego. É disso que eu falo. Existe dentro de nós, mulheres,um lado organizado muito forte. Está na nossa alma, eu acho. Por mais que tentemos não nos incomodar com a bagunça, nos incomodamos. Não sei bem, mas tenho a impressão que uma bagunça muito grande em casa está ligada a uma bagunça muito grande na vida.
Assim, impossível não associar uma coisa à outra. Quando a minha vida está muito zoneada, fico aflita e passo a arrumar gavetas, armários e estantes, começo a colocar os lápis de cor na ordem do arco íris, nivelo as lombadas dos livros das estantes. Não é coisa de gente maníaca não - é apenas uma atitude de uma mulher confusa. É como se, ao não conseguir atingir a organização na minha vida real, emocional e sentimental, eu precisasse compensar de alguma forma. Minha atividade predileta nesses momentos da vida é arrumar gaveta: você tira do armário, arruma fora dali, recoloca e fecha.
Plim-Plim...Tudo esta em ordem!
Talvez isso explique a quantidade de armários, gavetas e estantes que existem nas casas de hoje. Há cinqüenta anos, havia o armário do quarto, o aparador da sala e os armários na cozinha e ACABOU! Você que se virasse em arrumar e resolver seus “problemas” fora de lugar...
Hoje temos uma infinidade de roupeiros, estantes, louçarias, despensas e armários embutidos em todos os cantinhos. Existem empresas que você contrata só para isso – eles transformam toda sua casa num grande armário, você coloca tudo no lugar e esconde toda a sua insegurança. Uma casa cheia de armários é uma terapia para uma mulher moderna. Noto que a reclamação mais comum vinda de uma voz feminina sobre determinada decoração é : falta armário!
Falta armário? Pode ser. Mas talvez também falte carinho, amor, idéias, metas, sonhos, fantasias e mais um monte de coisas. Mas fazer armários e gavetas, sabemos, é a parte mais fácil de resolver.
Mesmo sabendo disso tudo, ainda adoro arrumar gavetas. A satisfação que sinto depois de arrumar é inacreditável. Eu chego a voltar, abrir de novo e olhar minha arrumação. As vezes me vejo no trânsito e me lembro da minha gaveta de lingeries. Sorrio. O trânsito está parado, eu estou cheia de problemas, triste, sem grana, sem tempo e atrapalhada.
Mas a gaveta de lingeries... ah, a gaveta de lingeries está perfeita !!!

14 novembro 2006

As roupas que “desaparecem” do armário...

By Demi minha lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Outro dia passei na casa do meu irmão. Como todo homem separado, de final de semana ele fica com a filha dele, uma adolescente normal de 13 anos, como todas da idade. Quando cheguei lá, encontrei o meu irmão com uma expressão tensa e perguntei o que ele tinha...Ele me respondeu, já beirando o desespero:- Sei lá. Melhor você ir lá com a sua sobrinha. Ela está lá no quarto dela, parada, de toalha, olhando o guarda roupa, totalmente catatônica. Deve tá acontecendo alguma coisa.Eu entrei no quarto.- Oi, o que foi, menina, não vai à festa? Por que está parada ai?- O papai não entende, tia! Eu não tenho roupa!Começou...Existe uma enorme verdade por trás dessa frase, e quem é mulher já falou isso mais de um milhão de vezes.Em primeiro lugar, é preciso esclarecer: a famosa frase “eu não tenho roupa” não tem absolutamente nada a ver com a quantidade de roupa que você tem dentro do guarda roupa naquele exato momento.Nadinha.A frase quer dizer um monte de outras coisas, que também não nada a ver com as palavras que compõe a frase, ou seja, quando nós, mulheres, exclamamos desesperadas “eu não tenho roupa”, não queremos dizer nada com “ter” nem com “roupa”, acredite se quiser. A única palavra que vale é o “eu”, mas quando você, atrapalhada, exclama que não tem roupa, o teu “eu “ já está tão em pânico que acho que nem você sabe mais quem você é.É confuso?Muito. Tem gente que nem imagina o quanto.É uma frase mais comum que a gente imagina, que pode ser dita até mais de uma vez por dia, independente da hora. Outra coisa, quando alguém literalmente diz “eu não tenho cabelo”, ou “eu não tenho dinheiro”, ou “eu não tenho carro”, saiba que essa pessoa provavelmente é careca, dura e está a pé. Porém a exclamação “eu não tenho roupa” não quer dizer, de maneira alguma, que você vá ficar pelada.É uma sensação horrível, é quase como ser possuída por um espírito mau que te atormenta e que te impede de ir a festas, bares e encontros. Acho que deve existir uma entidade pelada qualquer (os santos que me perdoem!!!) que azucrina as mulheres antes dos eventos. Quem já passou por isso sabe como é desesperador não ter roupa bem na horinha de sair.A questão é que criamos uma relação muito esquisita com nossos guarda roupas. Aquelas portas que se abrem na nossa frente, muitas vezes, abrem os nossos medos e receios. E quando nos vemos diante deles, sentimo-nos incapazes de enfrentar o mundo. Além disso, armários ainda tem espelhos – e espelhos não mentem jamais, essa é a questão. Quando somos meninas e vamos numa festa, somos mulheres em cabides, esperando para ser escolhidas. Acho que é por causa disso que acumulamos muito mais roupas do que precisamos: para sobreviver. É uma estratégia da guerra contra o medo. E acumulamos roupas não para vestir, mas para poder escolher a melhor arma para lutar contra a solidão.
Vestir-se, na minha opinião, é um negócio meio triste.Isso é um assunto que vai além do entendimento racional. "Não tenho roupa" quer dizer que estamos inseguras, que não nos sentimos confortáveis dentro do nosso corpo, que estamos no limite das nossas vidas. Uma roupa para ir a uma festa ou a um encontro não se compra numa loja nem se resolve olhando o guarda roupa. A roupa ideal está dentro da nossa cabeça. É preciso sentir-se abrigada dos males, dos medos, das inseguranças. Vestir-se é colocar confiança no seu corpo.E não é sempre que isso está dentro de uma guarda roupa, certo ???
Portanto, papais, tios, namorados e principalmente maridos, entendam o que há por trás dessa frase tão profunda...
E mulheres, entendam que na dúvida, uma calça jeans, camiseta básica branca e um sapato bonito resolvem o problema... porque o essencial vocês têm dentro de vocês, não no armário !

09 novembro 2006


Um garotinho de 5 anos queria ganhar R$100,00 e rezou durante duas semanas para Deus. Como nada acontecia, ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso com seu pedido. O correio recebeu uma carta endereçada para "Deus-BRASIL", resolveram manda-lá para o Presidente Lula. O Lula ficou muito comovido com o pedido e resolveu mandar uma nota de R$ 10,00 para o menino, pois achou que R$ 100,00 era muito dinheiro para uma criança tão pequena. O garotinho recebeu os R$10,00 e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
"Prezado Deus, muito obrigado por me mandar o dinheiro que eu pedi, contudo, notei que por alguma razão o Senhor mandou-o através de BRASÍLIA, e como sempre, aqueles filhos das putas ficaram com 90% do que era meu!"

07 novembro 2006

Corações Valentes...

Este é para os solteiros de corpo e alma...
By Demetria
Tenho muitos amigos, e, como dizia o Renato Russo, os celebro todo dia. São pessoas ótimas, porque já passei da fase de me obrigar a aturar gente ruim. Não são bandidos, é gente honesta, que sabe rir, sabe brincar, sabe ajudar, sabe chorar. Pessoas que estão na luta pra serem alguém melhor todos os dias. Muitos deles são bonitos, e nenhum deles é uma aberração de feio. Homens e mulheres, gente legal, gente difícil, com ou sem dinheiro, gente de 25, 35, 50, 65 anos, que trabalha nas mais diversas profissões. Gente como eu. E ultimamente, a maior parte deles me vem falar do mesmo assunto, incessantemente, sempre que me vê ou conversa comigo. "M...inha querida, a coisa que eu mais quero na vida é ter alguém pra amar e ser feliz. Mas não consigo"
As razões são as mais diversas possíveis. Sintam a variedade: Sou traumatizada(o). Não gosto de compromisso. Não consigo dividir. Só acho homem canalha. Não tenho tempo pra relações românticas, trabalho demais e é assim mesmo. Estou esperando a pessoa certa. Ninguém consegue balançar o meu coração. Ele(a) é egoísta. Ela é inconstante. Ele é galinha. Ela é fútil. Ele liga demais. Ela liga de menos. Já fui muito magoada. Não confio e nem acredito mais. Não suporto mais, mas já me acostumei com ele. Posso viver melhor sem. Não tenho paciência. Ninguém se enquadra nos meus critérios. Nenhum deles presta. São todas vagabundas. Tenho um, mas queria ter vários. Tenho várias, mas no fundo não tenho nenhuma. O mundo é cruel. As pessoas são más. E ninguém me ama, ou pelo menos parece que quer me amar. E assim seguimos, todos procurando. Mas ninguém acha ninguém.
Por trás de todos os discursos, engraçadinhos, sofridos ou articuladamente racionais , dá pra ouvir nitidamente a mesma lógica. Tenho um medo terrível de me envolver; porque, pra me envolver, preciso me expor. E se me expor, posso ser machucado demais. E fungindo da dor, vamos nos metendo em confusões cada vez piores, armadilhas cada vez mais sofisticadas. E deixando doer cada vez mais, afastando o que mais queremos ter. E quero ver quem prova que estou errada.
Essa coisa de felicidade no amor é um prêmio pros corajosos. Precisa muita coragem mesmo pra amar. Coragem pra dar sua cara a tapa, correndo sérios riscos de levar um safanão. Não é pra qualquer um mesmo.
Essa coisa de amor dá muito trabalho. Gasto de dinheiro, noites em claro. É muito difícil aturar as manias dos outros. Se colocar em xeque os preconceitos, as idéias pré-concebidas. Muitas vezes, tem que se fazer escolhas difíceis. Outras vezes, tem que se ser sensível o suficiente pra perceber as necessidades do outro e considerá-las, ainda que sejam contrárias as suas. Há que se abrir mão de muita coisa também - de paquerar todo mundo a qualquer hora, de programinhas antigos, de velhos passeios, de pessoas, de hábitos, de objetivos. E, o mais difícil - tem que se aprender a mudar! Mudar, sim. Porque todo mundo muda. E quando a outra pessoa muda, ou a gente muda junto ou deixa ela se afastar. E pra mudar, se mexe em feridas que muitas vezes doem. E lá vai mais esforço... E tudo isso por algumas horas de felicidade. Não parece muito rentável.
A verdade é que a gente paga um preço pra amar alguém. E paga também um preço pra ficar sozinho. E, pensando que o preço de amar é muito alto, acabamos esquecendo que ficar sozinho também não é nada fácil. Assim como a adrenalina da paixão é viciante, também é viciante a apatia da solidão. E assim, vamos ficando cada vez mais defendidos, mais cheios de manias, nos apegando a esse monte de coisas que conquistamos e que são boas, sim, mas não completam.
Amigos, eu que tantas vezes os escuto atenciosamente e calada, e tantas outras vezes falo sem saber o que estou dizendo... Pensei muito e acho que é hora de nos mexer, que sem esforço não vai rolar nada mesmo.
Primeiro, limpar a vida dos amores mal resolvidos, mágoas, medos infundados, sonhos impossíveis, pessoas que só querem acabar com o que temos de bom. Mandar toda essa gente pro seu devido lugar, bem longe, acomodados no nosso passado, ou longe da nossa vida, e deixar um espaço livre pra alguém legal chegar.
E depois... Parar com os discursos de que nossa integridade pessoal está acima de tudo. Está nada. E parar com esse papo de que nos bastamos sozinhos. Balela. Parar de ter vergonha de se expor, vergonha de acariciar, de falar, de tocar, de rir, de comer perto, de tirar a roupa, de se soltar na cama e fora dela. Parar de interpretar um papel e de ficar tentando adivinhar o que o outro espera de nós. Parar de ficar vendo pêlo em ovo, e simplificar as coisas. Dar um jeito de nos livrarmos dessas velhas manias bobas que estamos criando, de achar que tudo tem que ser perfeito, de ficar esperando alguém que preencha nossos requisitos, de ficar sonhando com o príncipe (ou princesa ) encantado, de ficar cheio de dedos pra falar de sentimentos e tentar, quantas vezes for necessário, até criar uma casca mais grossa. Precisamos crescer e aparecer. Parar de nos apegar a preconceitos estéticos, práticos e morais que são uma desculpa pra não amar de verdade. É isso, ou assumir logo que preferimos ficar sozinhos e pronto, deixando de choramingar na frente do espelho.
Pra isso, claro, vai-se precisar de muita coragem e valentia... Se você não tem ainda, dê um jeito de ter, nem que seja aos poucos!

03 novembro 2006

PT Misturando Stalinismo e Facismo

Por Paulo Addicted
Repetto (1996) descreveu o autoritarismo como uma enfermidade do poder, uma paranóia com rechaço da dependência e predomínio da arrogância e rebeldia. Como em toda paranóia, o desconhecido se reduz a um conhecido, com negação da dúvida.
Aqueles que vivem o poder de forma autoritária, também descrita por alguns autores como negativo ou destrutivo, tem uma estrutura mental semelhante aos perversos, psicopatas, narcisistas, paranóides, ou seja, com predominância dos aspectos psicóticos da mente, impregnados pela inveja, egoísmo, mesquinharia, sedução, manipulação, mentira, roubo. Uma característica importante é que aqueles que exercem esse tipo de poder dificilmente procuram psicanálise, pois eles tudo sabem e livram-se da angústia projetando-a no outro.
Luiz Inácio Lula da Silva é adepto do autoritarismo, clientelismo, centralizador, populista, explico; Clientelista - compra disfarçada de votos em troca de favores, como o programa Fome Zero e o Bolsa-Família, seu carro-chefe eleitoral.Centralizador - O presidente é o governo e é o PT. Tudo passa por suas mãos. Nada se faz no governo sem sua ciência, sem seu aval, sem sua cumplicidade, portanto, sabe de tudo, é o chefe! Populista - Ele convive mal com as instituições democráticas, o Congresso, o Judiciário, a imprensa. Quer governar acima das instituições, como o “pai dos pobres”. Autoritário - Como todo populista, como todo coronel, sua auto-suficiência se traduz no mais decidido autoritarismo nas relações com os partidos, os deputados e os senadores da oposição.
Lula é uma fraude política, utilizando a mentira como sua arma principal. Dessa mentira, faz parte seu tão falado 'carisma', inventado para impressionar os trouxas.
“Todas estas mentiras quer seus autores saibam ou não, abrigam um germe da violência: a mentira organizada tende sempre a destruir aquilo que decidiu negar, embora somente os governos totalitários tenham adotado conscientemente a mentira como o primeiro, passo para o assassinato" (ARENDT, 2002. p. 312).[...] a, longo prazo, o resultado mais certo da lavagem cerebral é uma curiosa espécie de cinismo - uma absoluta recusa a acreditar na verdade de qualquer coisa, por mais bem estabelecida que ela possa ser.
Em outras palavras, o resultado de uma substituição coerente e total da verdade dos fatos por mentiras não é passarem estas a ser aceitas como verdade, e a verdade ser difamada como mentira, porém um processo de destruição do sentido diante o qual nos orientamos no mundo real - incluindo-se entre os meio mentais para esse fim a categoria de oposição entre verdade e mentira. [...] Esse é o motivo por que a mentira coerente, em termos metafóricos, arranca o chão de sob nossos pés, sem fornecer outra base em que nos postemos. (ARENDT)

(...) os discursos de Hitler não escondiam os seus objetivos de dominação, de um lado, e de intenção de extermínio dos judeus, de outro. Objetivos e intenções que foram, a despeito de seu completo irracionalismo, aceitos pelas massas, inclusive a proletária. Pela primeira vez na história a ideologia não apareceu sob camuflagem de interesses totalitários, mas como “mentira manifesta”. A ideologia fascista foi, como disse Adorno, “involuntariamente sincera:”
Não se surpreendam, não demora e teremos a reedição das leis para criação do Conselho Federal de Jornalismo, controle externo do Ministério Publico, Ancinav, entre outros, ontem mesmo, após dois dias da reeleição, já tivemos prova de quão democratas são os petistas, eles começaram ainda no aeroporto de Brasília com o refrão “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, aonde um jornalista foi agredido com mastros de bandeiras do PT e uma equipe da Rede Globo teve que se esconder para não ser agredida.
Esse é Lula e o PT, eleito pelo “povo”, ninguém poderá falar que esse não era o projeto deles no poder, seu refrão de campanha já declarava, deixa o homem exterminar! A democracia.